Terminator Salvation(Publicado em 13/06/09)

terminator-salvation-movie-poster_480x741Gurizada, fui assistir ao filme do Terminator. Demais, não tem outro termo. Ao invés de fazer uma porcaria desavergonhada um filme fraquinho como o do Wolverine, resolveram fazer uma coisa supimpa: agradar aos FÃS da série. E agradaram(ao menos no meu caso, e do pessoal que foi junto) mesmo! Não dá nem pra dizer que é um filme, é uma ode aos dois primeiros filmes! Recheado de referências, piadas internas que não tiram o ar do filme, e ação desenfreada. Eu achei o roteiro fraquinho, mas o resto compensa. Os efeitos são bons, o Sam Worthington ficou muito legal no papel(sucedeu bem o Arnold Schwarzenegger), o guri que fez o Kyle Reese(o iniciante Anton Yelchin) cumpre o papel bem pra um relativo “desconhecido”, e o Batman Christian Bale faz o personagem dele da maneira esperada(mas ao menos, no filme não aparece ele tendo piti perdendo a calma com o fotógrafo).

Fora os deslizes, que eu considerei mais do que releváveis(credo, que palavra feia. Será que existe mesmo?), o filme é dez. Valeu o meu ingresso(e não dois pilas, que nem o filme do Wolverine), e valeu até eu ter me perdido em Porto Alegre, com o Luiz dirigindo o carro e resmungando mais que eu(desculpa Luiz, eu viajei em ter dito que não tinha o filme em Canoas).
Pontos altos do filme são vários, mas só vou comentar dois, senão estraga(mas vou listar os outros genericamente): na cena em que uma guria pergunta pro John Connor o que dizer se perguntarem pra ele, e ele responde “I’ll be back.”(Eu voltarei, a frase de efeito mais curta e estilosa do cinema), arrancou risadas da sala de cinema inteira. Já na hora em que aparece o Schwarzenegger, TARAM TAM TARAM(tema do filme, pra quem não é lunático fanático como eu, Luiz e companhia limitada)! Simplesmente GENIAL a aparição dele. Só vou deixar assim, confirmando a aparição do vivente(nem tão vivente assim, se for levar em consideração que ele é um robô assassino vindo do futuro). De resto, tem músicas dos outros filmes, localidades, atores, e até mesmo cenas cuja estrutura fazem lembrar de alguma cena dos filmes antigos. Enfim, vale o ingresso, e digo mais: vale dois ingressos. Esse eu acho até que olho de novo no cinema.

Disse-o-Nerd(Publicado em 13/06/09)

Scanner: aparelho que digitaliza imagens “de papel”, ou coisa parecida. Pode digitalizar fotos, recortes de jornal, etc. Parecido com uma máquina copiadora(vulgo “xerox”), mas manda as imagens pro computador.

Megapixel: é usado como medida de “precisão” de uma máquina fotográfica digital. Mede quantos milhões de pixels a câmera aplica em cada foto.

Pixel: “pontinhos” minúsculos que formam uma imagem digital.

DPI: Dots-Per-Inch, número de pontos(pixels) por polegada.

Seriados e filmes de grátis no itubiu(Publicado em 13/06/09)

“Mas Tota, tu colocou na tua coluna onde ver de tudo ‘de grátis’, menos filmes!”. Seus “pobremas” acabaram! O YouTube disponibiliza vários filmes e séries(algumas delas hilariantes) gratuitamente. Tem de tudo, de seriados com bonequinhos, a bobajadas de games, e seriados do tipo “família”, túdigraça. Como é normal, a grande maioria é em inglês, embora eu acho que tenha visto um que até em polonês era. O único problema é que alguns deles, não funcionam no Brasil, por causa de leis de exibição e não-sei-mais-o-quê.

Só clicar e ver, bem faceiro, sem pagar um tostãozinho que seja(embora, é claro, ainda seja necessário pagar a extorsão conta de telefone pra ter Internet!).

Treconologia: Câmera de 130 Megapixels. Feita em casa.(Publicado em 13/06/09)

1228054-5138-it2Só podia né. Um Samurai Ninja Piloto de Robô Gigante japonês pega uma lente velha de câmera fotográfica, um scanner, e faz uma câmera fotográfica de 130 Megapixels. Pra dar uma idéia, uma foto “de filme”, daquelas máquinas antigas, tinha 2.1 Megapixel. As máquinas que tiram fotos com 8 Megapixels custam uns 500 reais, em média. Dá pra fazer um outdoor mega definido.

Ele utilizou um scanner Epson GT-S620 de 1200 dpi, e uma lente velha Cânon FD de 50mm. E fez uma câmera mega-thunder-voadora +10. E tem gente que ainda teima em dizer que os caras não vão inventar robôs gigantes de verdade.

Rogue Galaxy

rogue-galaxy-ps2Petizada, comecei a jogar um jogo supimpa, Rogue Galaxy. Indicação do Darneysson, que trabalha comigo e zás. O joguinho é mega divertido, tem MUITA coisa pra fazer. Dá pra criar insetos pra competir num torneio(o nome do lance é “Insectron”), ao estilo “fazer um deck de Magic“, dá pra combinar armas, gerenciar uma fábrica, explorar planetas, amulentar monstros a pau e ganhar “pontos de caçador” por isso pra ficar famoso, e, claro, proceder com a história do jogo, se o cara quiser.

O gráfico do game é Cel-Shaded, como o Okami, o que dá um visual muito legal. Não é que nem o supracitado, que é simplesmente GENIAL no design gráfico do game, mas é bonitão e zás, e encaixa muito bem no cenário como um todo.

Já o sistema de lutas é muito legal, lembra bastante o Parasite Eve 2, onde os monstros aparecem e o cara pacoteia eles livremente, tendo apenas uma “barra de ataque” que gasta conforme o peão personagem ataca, usa itens, assobia, chupa cana ou usa alguma habilidade. O malucão pode ficar correndo também “em roda” do cenário, e se defender. É 4408_540bem ativo, pra um RPG, não sendo maçante mais parado como um Final Fantasy da vida(que eu curto pacas por causa da história, mas cujo sistema de jogo não é tão divertido quanto). Outra coisa bem legal do combate é que alguns monstros tu tem que dar um pisão na “cabeça” deles pra abrir um escudo ou coisa parecida, tem que dar um ataque mais forte(“carregando”, à la Mega Man), ou ainda congelar o monstrengo, com uma arma ninja voadora especial que congela(dãããã)  pra poder causar dano, e por aí vai. Ah, e ainda por cima, dá pra catar alguma coisa e arremessar na cabeça dos monstros…ou arremessar um monstro no outro. Bem divertido.

Mas o que eu devo admitir que, fechando todo esse pacote, me fez gostar tanto do game…são as similaridades dele com Star Wars.  Além de ser uma Space Opera, o que me faz lembrar inevitavelmente de Star Wars, ele tem alguns elementos semelhantes: O protagonista é um jovem que sai de casa para viajar pelo espaço e usa uma espada(embora nesse caso, infelizmente não seja um sabre-de-luz), viaja por uma galáxia fictícia usando uma nave(que nesse caso é estilizada como um barco pirata, o que eu achei…tosco. Mas algum defeito tinha que ter!), são encontradas diversas raças, que falam “Comum” ou “Básico”(que, “por acaso”, é inglês), e por aí vai. 29vf

Enfim, o joguinho é supimpa. Divertidasso, tem pás e mais pás de coisas pra fazer, tem vários comic reliefs, e uma história que, embora não seja lá merecedora de um “Oscar de originalidade”, é boa o suficiente pra prender o cara na tela. Recomendo.