O dia em que me tornei a Arma.

Onde deveria haver um pátio, agora só há um rombo enorme. Mais alguns passos e vejo que o “buraco”, na verdade, é o pátio que deveria estar no mesmo nível das colunas à esquerda e direita. Ouço a já familiar voz artificial, sintética e impessoal, me avisando da situação: “Ameaça detectada. Opções táticas disponíveis”. Com um breve pensamento e um leve movimento em um dos dedos, desapareço da visão. Recebo a confirmação na mesma voz robótica: “Camuflagem ativada”. Olho para minhas mãos, agora praticamente transparentes, ainda não acostumado completamente a “ficar invisível”. Parece verdade o que dizem sobre “toda tecnologia avançada o suficiente parece magia”. Com um toque, ativo o modo tático do visor, acessando os controles que ficam ocultos ao lado da lente. Começo a observar a área, e logo identifico três alienígenas. “Alienígenas”. Estranho chamar assim seres que, de acordo com o Dr. Hargreave, vêem do fundo do oceano. Mas certamente não parecem humanos, se parecem mais com polvos. Justifica o apelido dado a eles pelos marines. Também identifico logo duas opções táticas ressaltadas pelo sistema de reconhecimento do nanotraje: uma pilha de suprimentos, com munições e granadas, e um local onde é possível flanquear os inimigos, em um trem agora suspenso a cerca de 30 metros de altura. A princípio, penso em subir até o trem, o que deve ser fácil com o nanotraje, e usar o rifle DSG-1 que peguei há pouco junto de um marine ferido, mas logo identifico outros 3 inimigos. Resolvo usar a cabeça, e ir com mais calma.

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Dia do Jogo Justo: Parecer desavergonhadamente atrasado

É, eu devia ter postado isso no final de semana passado já. Mas eu não tenho vergonha na cara, e tô bostando só essa semana por 3 motivos:

1) Preguiça de escrever no final de semana e postar no blog na segunda;

2) Também escrevi pra entregar pra coluna no Ibiá dessa semana;

3) Queria “esfriar a cabeça” depois de ver algumas atitudes do Moacyr das quais eu discordo (e não queria que isso influenciasse o texto);

4) Queria ver a repercussão do Jogo Justo no resto do país antes;

5) Eu não sei contar.

6) Olha que bonito esse unicórnio:

Bom, indo ao assunto, vamos dar uma repassada (até porque, eu vou ter que publicar isso no Jornal, e muita gente lá nunca ouviu falar de Jogo Justo):

 

O post que vai me render um processo

É, sério. Eu vou ser processado por uma patota aí. Uns tão dizendo que o Gus Lanzetta é um gordo inútil que não sabe organizar uma passeata contra a proibição de CS, defendendo outros que tão se empenhando de forma louvável a não apresentar porra nenhuma. Eu sei que tô sendo meio ácido, mas na verdade é o seguinte: o Moacyr Alves Jr, “cabeça” do jogo justo, tá aí um tempão com esse papo de campanha. E eu não acho isso ruim, pelo contrário: o que ele tá fazendo é louvável. Agora, PORRA MOACYR! Críticas vão vir, ainda mais depois de meia dúzia de anos sem resultado. Houveram progressos? Houveram. Teve umas promoções legais. Tipo aquelas de desova de jogo velho por 99 reais. Alguns, por 70! Mas que barbada, vejam só.

Alguns aí não devem ter entendido porra nenhuma, certo? Pois então, o Gus publicou este post aqui, que resultou na irritação por parte do Moacyr. Até aí, beleza: se alguém me disser “tua coluna no jornal é uma porcaria, e não vai mudar a opinião de ninguém, o pessoal só lê porque tu é gordo e fala bobagem“, eu não vou gostar (por mais que seja verdade), mas porra, ameaçar de processo? Ficar cocôzinho, como diria meu irmão? Ah, peraí gente: é a internet. Não leve ela a sério demais.

É, tá bom: não leve nem um pouco a sério, pra falar a verdade.

Agora que tá explicado o que aconteceu (pra quem teve saco pra clicar em todos os links), vamos ao que eu acho: que é tudo uma patuscada. O Gus foi lá e se aproveitou pra usar o bom e velho sarcasmo, e me fez gargalhar com o post. Aí

vem o Moacyr e a patota dele, revoltados, com seus forcados e tochas, querendo queimar a internet. Pô gente, também não é por aí, levem mais na calma. Recursos de “agora o gordinho tá apertando dizendo que é blog de humor” é palhaçada. O Freeko é um blog de humor (que eu não acompanho), e na real, pra mim A INTERNET INTEIRA é um blog de humor, capisce? Então, descansem seus forcados, larguem as foices e tochas, e vamos parar com essa palhaçada toda.

Até começar isso aí, eu achava o Jogo Justo um lance tri massa, curtia pra caramba a iniciativa do Moacyr por um “mundo melhor para o Gamer brasileiro”. Depois dessa? Patota que quer se aparecer.  Ora, chegar dizendo que “é por causa de Gus Lanzetta e gente que nem ele que o Brasil não vai pra frente”? Porra, o Brasil não vai pra frente é porque a maioria que vota não é quem LÊ jornal, é quem limpa a bunda com ele. E aí tu perde as esperanças com um projeto com o Jogo Justo, um pouco por recalque, um pouco por decepção. Tu entrar em contato com o cara, pedindo informações pra publicar no jornal no sábado (na minha coluna insignificante que ninguém lê, e não muda a vida de ninguém, exatamente como a internet), fazer um par de matérias legais sobre o Jogo Justo, e blá blá blá. E aí ser ignorado. Aí me bateu um recalque né? PÔ Moacyr, meu BLOG na INTERNET cara! É um troço muito sério, eu ser excluído da atenção de um projeto tão inovador.

Sarcasmo à parte, eu sempre relevei o fato de que o projeto tava por ai, o Moacyr de 10 em 10 minutos posta alguma coisa do naipe de “É o Jogo Justo fazendo e acontecendo”, “É o Jogo Justo evoluindo”, mas toda essa evolução não me rendeu porra nenhuma. Eu não comprei NENHUM jogo mais barato que fizesse DIFERENÇA. Mas ainda assim, eu apoiava, falava pra todo mundo, e tinha fé que, com ajuda de políticos, jogando com os interesses deles e os nossos, dava pra atingir um meio termo. Conseguir games num preço menos ridículo, e fortalecer a NOSSA economia no país. E aí tu vê uma dessas.

Mas não devemos perder fé, afinal, eles conseguiram aquela liquidação do Ponto Frio com games a 35 reais,  ou então o lançamento de Starcraft 2 no Brasil a 49,90… ah, peraí, não foi eles que conseguiram? Como é? A Blizzard acabou por notar que existem gamers no Brasil sem ninguém entrar em contato? Interessante.

Viu só como é fácil detonar o trabalho dos caras? Quem tá na chuva, é pra se molhar. Ainda mais quando tu fica fazendo palestra por aí e dizendo que vai fazer e acontecer de 10 em 10 minutos… mas o teu público-alvo, as pessoas de quem tu pede apoio  e pra quem isso vai mudar alguma coisa não vêem mudança nenhuma. A não ser pelas tais liquidações de estoque, por preço de lançamento usado(só ver na YouGame como tu consegue bem mais barato, por exemplo).

 

E o que eu tomo disso tudo? Fora tomar um processo, já que eu tenho quase certeza que o pessoal do Jogo Justo vai querer me processar, e querer que eu tire o post do ar (coisa que já aviso, podem vir com a intimação judicial na mão, eu também quero ser processado e ficar famoso), eu também tomo por conclusão que as pessoas levam a internet a sério demais. E que elas não sabem tomar uma crítica (por mais ácida, sarcástica ou, como no caso das palavras acima, babaca que seja) sem fazer um mimimi infernal.

 

Agora já perdemos tempo demais com o assunto: voltem às suas vidas normais, que não mudaram em porra nenhuma.

Porquê eu gosto tanto de videogame

ATENÇÃO: há spoilers massivos de Bioshock abaixo. Se (inacreditavelmente) tu ainda não jogou o game, faça um favor a todo mundo e vá imeditamente se enforcar em um pé de couve jogar o mesmo.

 

Eu já salvei a galáxia (umas 3 vezes). Fui um fora-da-lei na fronteira do México, e trabalhei pra Máfia em Vice City. Enfrentei monstros de pedra e pêlo, me tornei um espírito que pulava de corpo-em-corpo, e fui caçador de recompensas. Já salvei um primo que foi raptado pelos russos, e um tempo depois fui um russo sobrevivendo em um mundo pós-guerra-nuclear. Já salvei a mesma princesa 79 vezes (42 vezes a zelda, e umas 67 a Peach, com aquela maniazinha irritante de sempre estar em outro castelo), pilotei robôs gigantes e naves espaciais, enfrentei ogros e trolls e cacei vampiros. Eu já comandei Terran Marines contra uma raça de alienígenas psíquicos, pra depois me aliar a eles contra o Enxame.

Já fui pirata, físico nuclear armado com um pé-de-cabra, agente especial da FOXHOUND, herói, vilão, soldado de elite do futuro que explodiu um planeta em forma de anel. Salvei o mundo de uma invasão infernal, pra depois invadir o inferno e garantir que isso não aconteceria de novo. Me perdi no mar em um acidente de avião, pra descobrir que meu pai era o criador de uma cidade decadente no fundo do mar. Explorei uma nave abandonada em busca da minha namorada e fui aterrorizado por monstros mutantes. Fui um skatista mundialmente renomado, guitarrista aclamado(apesar de só tocar covers), sobrevivi a um apocalipse de zumbis (vários apocalipses, na verdade, e de formas diferentes), saí pelas Terras Ermas atrás de um Garden of Eden Creation Kit, e busquei vingança contra o desgraçado que me deu um tiro na cara e me deixou por morto numa cova rasa.

Eu acho que nunca coloquei dessa maneira, mas um bom jogo é como um bom livro. Ok, alguns dos exemplos acima certamente não têm histórias tão envolventes, cativantes e imersivas quanto um bom livro, mas que eu quero dizer é: outros tantos têm, e em vários casos. Em alguns desses casos, são até mais imersivos que um livro, pois tu não tem que imaginar o personagem ali fazendo traquinagens e tu assistindo tudo de camarote. Tu que controla o personagem. Foi o que, como o Affonso (Solano, do MRG) citou, me fez não ter vontade de sair correndo o tempo todo no Red Dead Redemption, como se faz no GTA, pra chegar mais rápido na missão. A ambientação, a imersão do jogo é tão boa, que tu te sente dentro do personagem. Porra, quando o meu primeiro cavalo (que eu dei o nome de White Lightning, por causa da cor) morreu, eu fui no bar de Armadillo e tomei um porre homérico, e saí dando tiro pro alto na rua, de brabo.

E RDR não é nem o melhor exemplo de imersão que eu já vi: eu costumo sempre citar Bioshock nas conversas sobre o assunto, mais especificamente sobre a cena onde Andrew Ryan, até então o vilão ganancioso e sem coração do jogo, revela ser o pai do personagem, e literalmente se sacrifica pra conceder ao filho a liberdade, em um dos momentos (pra mim) mais memoráveis da história dos games, quando, sem sair da visão de primeira pessoa, o jogo te obriga a ver a morte do cara que tu não quer mais morto, sem trocar a perspectiva, como vários games já fizeram. E pode-se notar, ao longo do game, como nunca é alterada a perspectiva: sempre acompanhamos tudo, incluindo as cutscenes, sob uma perspectiva interna. E, ao contrário de Half-Life (onde em alguns momentos fica subentendido que o Gordon Freeman disse algo, embora o jogador não escute som algum), a própria estrutura dos diálogos sugere que o protagonista permanece o tempo todo em silêncio. E a jogada mais bem sacada é, quando na cena citada anteriormente, o véio Ryan te revela que tudo que tu fez até agora, embora pensando que por vontade própria, foi provocado pelo “would you kindly” dito por Atlas. Nesse momento, tu percebe que os “trilhos” do game são escondidos com maestria pelo roteirista, pois a tua reação natural durante o jogo foi seguir as instruções dele, afinal de contas… “era pra seguir adiante com a história do jogo”. Mas prestem bem atenção na meta-linguagem utilizada aqui: o jogador, prontamente, seguiu todas as ordens do Atlas até então, e fica com a impressão de que a influência da frase “would you kindly” se estende além das fronteiras do personagem, reforçando a impressão do jogador e do personagem serem um só, por aquele curto período de tempo. E depois disso, a reação natural de querer vingança é (corretamente) presumida pelo roteiro, direcionando o jogador ao confronto final com aquele que o manipulou durante esse tempo.

 

Mas voltando ao foco da minha comparação com livros: como em um bom livro, um bom jogo prende a nossa atenção, faz com que acabemos por nos importar com personagens que não existem de verdade, e nos traz aquela sensação gostosa de ter participado de uma aventura impossível na vida real. Não necessariamente uma fuga, e sim, uma diversão à parte, um exercício criativo e empático, onde a gente veste os calçados de outra pessoa, ou em alguns casos específicos como nas séries Fallout e Mass Effect, podemos interpretar diferentes pessoas em diferentes situações. Mas e com isso, estou tentando dizer que games podem, ou até mesmo devem substituir os livros? Muito pelo contrário. A minha percepção da semelhança entre uma boa história em um game e o mesmo em um livro é justamente decorrido da minha abundante leitura durante a infância/adolescência. O fator determinante pra isso? Eu não tinha muito saco pra ficar lendo as “leituras recomendadas” (leia-se “chatas pra cacete”), então eu torrava os professores pra fazer o trabalho sobre algum livro que eu tinha interesse. Ao invés de fazer sobre Clarice Lispector, Graciliano Ramos, Machado de Assis, ou algum outro autor pro qual eu não dava a mínima no meu tempo de rebelde sem calça causa, eu fazia sobre algum livro que eu gostei de ler, o que me levou a conhecer a (excelente) série Perry Rhodan, muito melhor do que (e anterior a) Star Trek  (Trekkies, tremei!), e pérolas como Pilares da Terra, de Ken Follett (baita livro descrevendo alguns costumes medievais comuns, sobre os quais eu não fazia a menor idéia) e Ramsés (que por algum motivo, eu acabei nunca terminando de ler, e acabei por largar de mão mais tarde por faltar de paciência).

Enfim, acho que isso pode dar uma luz à gurizada que me conhece pessoalmente e se pergunta como diabos eu consigo passar tanto tempo em volta do videogame, ou porquê diabos eu sou tão entusiasta do mesmo, esse é um dos grandes motivos dentre tantos outros, como por exemplo “em que outro lugar eu poderia explodir tantas cabeças, matar meus amigos, e não ser preso nem ir pro inferno?” e “PORQUÊ EU GOSTO, mãe. Pára de me incomodar”, e inúmeros motivos sem fim que tornam o videogame um hobby tão legal quanto paintball, mas que dá pra fazer todo dia depois do trabalho.

E pro pessoal que curte games como eu, fica como food for thought.

 

Fonte da imagem

Rogue Galaxy

rogue-galaxy-ps2Petizada, comecei a jogar um jogo supimpa, Rogue Galaxy. Indicação do Darneysson, que trabalha comigo e zás. O joguinho é mega divertido, tem MUITA coisa pra fazer. Dá pra criar insetos pra competir num torneio(o nome do lance é “Insectron”), ao estilo “fazer um deck de Magic“, dá pra combinar armas, gerenciar uma fábrica, explorar planetas, amulentar monstros a pau e ganhar “pontos de caçador” por isso pra ficar famoso, e, claro, proceder com a história do jogo, se o cara quiser.

O gráfico do game é Cel-Shaded, como o Okami, o que dá um visual muito legal. Não é que nem o supracitado, que é simplesmente GENIAL no design gráfico do game, mas é bonitão e zás, e encaixa muito bem no cenário como um todo.

Já o sistema de lutas é muito legal, lembra bastante o Parasite Eve 2, onde os monstros aparecem e o cara pacoteia eles livremente, tendo apenas uma “barra de ataque” que gasta conforme o peão personagem ataca, usa itens, assobia, chupa cana ou usa alguma habilidade. O malucão pode ficar correndo também “em roda” do cenário, e se defender. É 4408_540bem ativo, pra um RPG, não sendo maçante mais parado como um Final Fantasy da vida(que eu curto pacas por causa da história, mas cujo sistema de jogo não é tão divertido quanto). Outra coisa bem legal do combate é que alguns monstros tu tem que dar um pisão na “cabeça” deles pra abrir um escudo ou coisa parecida, tem que dar um ataque mais forte(“carregando”, à la Mega Man), ou ainda congelar o monstrengo, com uma arma ninja voadora especial que congela(dãããã)  pra poder causar dano, e por aí vai. Ah, e ainda por cima, dá pra catar alguma coisa e arremessar na cabeça dos monstros…ou arremessar um monstro no outro. Bem divertido.

Mas o que eu devo admitir que, fechando todo esse pacote, me fez gostar tanto do game…são as similaridades dele com Star Wars.  Além de ser uma Space Opera, o que me faz lembrar inevitavelmente de Star Wars, ele tem alguns elementos semelhantes: O protagonista é um jovem que sai de casa para viajar pelo espaço e usa uma espada(embora nesse caso, infelizmente não seja um sabre-de-luz), viaja por uma galáxia fictícia usando uma nave(que nesse caso é estilizada como um barco pirata, o que eu achei…tosco. Mas algum defeito tinha que ter!), são encontradas diversas raças, que falam “Comum” ou “Básico”(que, “por acaso”, é inglês), e por aí vai. 29vf

Enfim, o joguinho é supimpa. Divertidasso, tem pás e mais pás de coisas pra fazer, tem vários comic reliefs, e uma história que, embora não seja lá merecedora de um “Oscar de originalidade”, é boa o suficiente pra prender o cara na tela. Recomendo.

Okami

270511-okami_boxartPois é, ontem, em casa, resolvi jogar um jogo muito doido. Okami. Pra quem não conhece, Okami é um game criado por um drogado muito doido. O visual é tri legal, realmente tô pra dizer que é o design gráfico mais interessante e mais inovador que eu vi no PS2, e um dos mais que eu já vi em qualquer game, de qualquer plataforma. Embora use uma técnica conhecida, o cel-shade (ver imagens do Post pra ver como é o visual, ou acessem o tópico da wiki, no link), ele utiliza ela duma maneira que eu achei bem legal: ele dá um visual de sumi-e pro game. Sumi-e, pros desinformados que não sabem, são aquelas pinturas japonesas tradicionais, com tinta e água e não sei mais o quê. Tem o link pra quem quiser saber mais.

Enfim, voltando ao foco do game: é um joguinho muito supimpa! É divertido pacas, é engraçado na medida certa, tem uma história leve(eu indicaria até pra crianças o game, de tão bom e abrangente, embora um pouco complicado de início), depois que o cara pega “as manha” do game ele é bem confortável. Lembra bastante o Zelda do 64 a jogabilidade(fato que foi assumido pelo próprio criador do game, fã assumido de Zelda). Mas o mais tri desse lance todo: o game parece uma pintura japonesa em movimento!

E o trunfo do game não é isso…é o poder do personagem. No game, tu controla Okami Amaterasu, a encarnação de uma okami-001deusa japonesa, em um Lobo Branco. Pro jogador, ele aparece como um lobo com pinturas vermelhas(eu achei laranja, na real), com ombros “em forma de nuvem” e um disco voando nas paleta. Pras pessoas do game, é só um lobo branco. E o poder dele é usar a “Técnica do Pincel Celestial”. Tu pode usar isso pra cortar as coisas(desenha uma linha reta), fazer vento(desenha uma “pirueta”), e por aí vai. Com isso, tu corta inimigos ao meio, recupera árvores mortas, etc.
Enfim, é a dica do dia. Baita jogão, um dos melhores do PS2, com certeza. Obre de arte esse, no mesmo patamar do Shadow of the Colossus.

E como eu sou tri gente fina, um vídeo do Gameplay pra verem:

Mau humor, bobagens e Metal Gear

Bom, no post de hoje crianças, Tio Tota irá falar sobre como ele estava PUTO DA CARA ontem. Sem motivo algum. E nem vem com palhaçada pro meu lado, o blog é meu, a vida é minha, e o mau humor também. Eu tava muito suspeitosamente afrescalhado animado pro “Padrão Tota”, conhecido mundialmente por ser um padrão de muitas palavras, 100% de bobagem, e muito mau humor.

Mas poseragem frescuras e exibições à parte, eu não tava muito legal, por isso nem postei nada. Se não é pra fazer vocês perderem o tempo darem umas risadas lendo isso aqui, não me presto a postar nada. E hoje, AWEEEEEY!!!!!
Acordei de manhé, vim po trampo, e vi uma coisa muito legal: o contador do site do Hideo Kojima(Produtor da série Metal Gear Solid, pros hereges não-nerds que não conheçam) foi REINICIADO! Que merda. Mentira, merda NADA! É altamente provável, de acordo com o Gamespot(É em inglês, ÓBVIO) e alguns outros locais, devido a uma informação vazada. Ah, como eu adoro fofoca de nerd vazamento de informações. É issaí macacada, MGS 4 foi um sucesso, é trique-trique-rolimã! Tanto que um dia eu ainda compro um PS3, daqui a muito, muuuito tempo(Ok, contando que eu sou um nerd maldito, talvez nem tanto tempo assim)!

E pra encerrar o post de hoje meninada, Tio Tota deixa vocês com uma receita dele, o primeiro, o único, o maior, o meu “ídalo”, O AWEY! Estrombelete de Pombo Obeso, “prá faze im casa”: